Artigo: 315688 - Última revisão: quarta-feira, 17 de Maio de 2006 - Revisão: 2.1

Como localizar e corrigir problemas de espaço em disco nos volumes NTFS no Windows XP

Dica do SistemaEste artigo aplica-se a um sistema operativo diferente do que está a utilizar. Foi desactivado o conteúdo do artigo, que pode não ser relevante para si.
Para obter uma versão deste artigo referente ao Microsoft Windows 2000, consulte 303079  (http://support.microsoft.com/kb/303079/EN-US/ ) .

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Sumário

O sistema de ficheiros NTFS suporta muitas funcionalidades de nível de volume e ficheiro que poderão indicar incorrectamente o espaço livre no disco. Poderá verificar este comportamento se subitamente um volume NTFS ficar muito preenchido e não conseguir saber a causa nem localizar as pastas e ficheiros que provocam este aumento do volume NTFS. Este comportamento poderá ocorrer se um utilizador obtiver acesso malicioso ou não autorizado a um volume NTFS para o qual ficheiros de grandes dimensões ou uma elevada quantidade de pequenos ficheiros são secretamente copiados e, em seguida, remover ou restringir permissões NTFS nestes ficheiros. Este comportamento também poderá ocorrer após uma falha do sistema ou de energia que provoque danos no volume.

Este artigo descreve como verificar a atribuição de espaço em disco de NTFS para localizar pastas e ficheiros ofensivos ou danos no volume. Este artigo destina-se aos utilizadores de sistemas operativos Windows XP que suportem funcionalidades de armazenamento avançadas e métodos de resolução de problemas.

Este artigo poderá conter hiperligações para conteúdo em inglês (ainda não traduzido).

Mais Informação

A atribuição de espaço em disco de um volume NTFS pode ser indicada incorrectamente pelos seguintes motivos:
  • O tamanho de cluster do volume NTFS é muito grande para os ficheiros de tamanho médio que estão a ser armazenados.
  • Os atributos de ficheiro ou permissões NTFS impedem que os ficheiros ou pastas sejam apresentados ou acedidos quando utiliza o Explorador do Windows da Microsoft ou uma linha de comandos do Windows.
  • O caminho da pasta excedeu os 255 caracteres.
  • As pastas ou ficheiros contêm nomes de ficheiro inválidos ou reservados.
  • Os metaficheiros de NTFS (como a tabela de ficheiros principal [MFT, Master File Table]) aumentaram de tamanho e não podem ser considerados como não atribuídos.
  • Os ficheiros ou pastas contêm fluxos de dados alternativos.
  • Os danos em NTFS levam a que o Windows comunique espaço livre como estando a ser utilizado.
  • Outras funcionalidades de NTFS provocam confusão na atribuição de ficheiros.

O tamanho do cluster é muito grande

O espaço em disco só pode ser ocupado por ficheiros e pastas que incluam metaficheiros NTFS internos, por exemplo a MFT, índices de ficheiros, entre outros. Múltiplos de um cluster ocupam todo o espaço atribuído de ficheiros. Um cluster é uma colecção de sectores contíguos. O tamanho do cluster é determinado quando o volume é formatado e é determinado posteriormente pelo tamanho da partição.

Para obter informações adicionais sobre clusters, clique no número de artigo existente abaixo para visualizar o artigo na base de dados de conhecimento da Microsoft (KB, Microsoft Knowledge Base):
140365  (http://support.microsoft.com/kb/140365/PT/ ) Default Cluster Size for FAT and NTFS
Após a criação de um ficheiro, este ocupa o tamanho mínimo de espaço em disco de um único cluster, dependendo do tamanho do ficheiro inicial. Depois de adicionar dados a um ficheiro, o NTFS aumenta a atribuição de ficheiros em múltiplos do tamanho de cluster.

Para determinar o tamanho de cluster actual e as estatísticas de volume, execute o seguinte comando a partir de uma linha de comandos:
chkdsk d:
O texto que se segue é um exemplo do resultado apresentado caso execute este comando:
4096543 KB de espaço total em disco.
(Este valor representa a capacidade de disco formatada total.)

2906360 KB em 19901 ficheiros.
(Este valor representa o espaço utilizado pelos dados de ficheiros do utilizador.)

6344 KB em 1301 índices.
(Este valor representa o espaço utilizado pelos índices NTFS.)

0 KB em sectores danificados.
(Este valor representa o espaço perdido nos sectores danificados.

49379 KB em utilização pelo sistema.
(Este valor inclui metaficheiros MFT e outros NTFS.)

22544 KB ocupados pelo ficheiro de registo.
(Este valor representa o ficheiro de registo NTFS; utilize o chkdsk /l:size para ajustar este valor.)

1134460 KB disponíveis em disco.
(Este valor representa o espaço em disco LIVRE disponível.)

4096 bytes em cada unidade de atribuição.
(Este valor representa o tamanho de cluster [4K])

1024135 unidades de atribuição no disco.
(Este valor representa o total de clusters no disco.)

283615 unidades de atribuição disponíveis no disco. (Este valor representa os clusters livres disponíveis.)
NOTA: multiplique cada valor indicado em quilobytes (KB) por 1024 para determinar o tamanho exacto em bytes (por exemplo, 2.906.360 x 1024 = 2.976.112.640 bytes).

Reveja este resultado para determinar o tamanho de cluster predefinido e como o espaço em disco está a ser utilizado. Para ver se o cluster está a utilizar o tamanho de cluster ideal, determine a quantidade de espaço desperdiçado:
  1. Faça duplo clique em O meu computador e, em seguida, faça duplo clique na letra de unidade (por exemplo, D) do volume que pretende verificar.
  2. Clique em qualquer ficheiro ou pasta e clique em Seleccionar tudo no menu Editar.
  3. Clique com o botão direito do rato em qualquer ficheiro ou pasta e clique em Propriedades.
  4. Clique no separador Geral e consulte os valores de tamanho de ficheiro "Tamanho" e "Tamanho no disco", que calculam o número total de ficheiros e pastas em todo o volume.
Se não estiver a utilizar a compressão NTFS para quaisquer ficheiros ou pastas incluídos no volume, a diferença entre o valor de tamanho e de tamanho no disco representa o espaço desperdiçado que ocorre devido ao tamanho de cluster que é superior ao necessário. Seleccione um tamanho de cluster ideal para que o valor de tamanho no disco esteja o mais próximo possível do valor de tamanho. Uma discrepância excessiva entre estes valores é uma indicação de que o tamanho de cluster predefinido é demasiado grande para o tamanho médio de ficheiros que está a armazenar no volume. Neste cenário, é recomendado que diminua o tamanho de cluster. Para o fazer, crie uma cópia de segurança do volume e utilize o comando format com o parâmetro /a para especificar o tamanho de atribuição adequado para formatar novamente o volume. Por exemplo, execute o seguinte comando para um tamanho de cluster de 2 KB:
format D: /a:2048
Como alternativa, pode activar a compressão NTFS para recuperar espaço perdido devido a um tamanho de cluster incorrecto; no entanto, se o fizer, poderá verificar uma ligeira diminuição de desempenho.

Atributos de ficheiro ou permissões NTFS

Pode utilizar o Explorador do Windows ou o comando da lista de pastas dir /a /s para indicar as estatísticas de ficheiros e pastas para os quais tem permissões para aceder. Por predefinição, os ficheiros ocultos e os ficheiros do sistema operativo protegidos são sempre excluídos deste relatório. Uma vez que algumas pastas são excluídas, podem ser apresentadas estatísticas de tamanho e totais de pastas e ficheiros incorrectos pelo Explorador do Windows ou pelos resultados do comando dir. Para incluir estes tipos de ficheiros nas estatísticas globais, altere as opções de pastas:
  1. Faça duplo clique em O meu computador e, em seguida, faça duplo clique na letra de unidade do volume que pretende verificar.
  2. Clique em Opções de pastas no menu Ferramentas e clique no separador Ver.
  3. Clique na caixa de verificação Mostrar ficheiros e pastas ocultos e clique para desmarcar a caixa de verificação Ocultar ficheiros protegidos do sistema operativo.
  4. Depois de receber a mensagem de aviso, clique em Aplicar.
Quando visualizar os ficheiros e pastas, pode utilizar o Explorador do Windows ou o comando dir /a /s para gerar o total de todos os ficheiros e pastas incluídos no volume para os quais o utilizador tem permissões.

Para determinar as pastas e ficheiros que não podem ser acedidos:
  1. Numa linha de comandos, envie o resultado de um dir /a /s para um ficheiro de texto.

    Por exemplo, execute o seguinte comando:
    dir d: /a /s >c:\d-dir.txt
  2. Inicie o Ntbackup.exe, clique em Opções no menu Ferramentas, clique no separador Registo de cópia de segurança e clique em Detalhado.
  3. Clique no separador Cópia de segurança, crie uma cópia de segurança de todo o volume afectado (neste exemplo, unidade D) e inicie o procedimento de criação de cópia de segurança.
  4. Quando este procedimento tiver terminado, consulte o relatório de cópia de segurança e compare as pastas do resultado do registo Ntbackup com as pastas do resultado que guardou num ficheiro de texto no passo 1.
O procedimento de criação de cópia de segurança tem acesso a todos os ficheiros; por conseguinte, o relatório pode conter pastas e ficheiros que não são visualizados ou contabilizados quando utiliza o Explorador do Windows ou o comando dir. Se procura ficheiros ou pastas de grandes dimensões aos quais não pode aceder através do Explorador do Windows, poderá ser mais fácil utilizar a interface gráfica de utilizador (GUI, graphical user interface) de Ntbackup para ir para o volume. Utilize a GUI de Ntbackup para visualizar o volume sem ter de criar uma cópia de segurança do volume.

Depois de localizar ficheiros aos quais não tem acesso, abra as propriedades do ficheiro ou da pasta no Explorador do Windows, clique no separador Segurança e adicione ou altere permissões para que a pasta seja incluída no resultado do comando dir /a /s. Por predefinição, não tem acesso à pasta de informações de volume do sistema.

NOTA: pode verificar que algumas propriedades de pastas ou ficheiros não contêm um separador Segurança ou poderá verificar que não é possível atribuir novamente permissões às pastas e ficheiros afectados. Poderá receber a seguinte mensagem de erro enquanto tentar aceder a estes ficheiros:
D:\nome_pasta\ não está acessível

O acesso é negado
Se encontrar estes tipos de pastas, contacte o suporte técnico da Microsoft para obter assistência adicional. Para contactar o suporte técnico da Microsoft, visite o seguinte Web site da Microsoft:
http://support.microsoft.com/directory/question.asp (http://support.microsoft.com/?scid=http%3a%2f%2fsupport.microsoft.com%2fdirectory%2fquestion.asp)

Nomes de ficheiro inválidos

As pastas ou ficheiros que contenham nomes de ficheiro inválidos ou reservados também podem ser excluídas das estatísticas de ficheiros e pastas. As pastas ou ficheiros que contêm espaços de início ou de fim são aceites no NTFS; contudo, estes ficheiros não são aceites no subsistema Win32. Por conseguinte, o Explorador do Windows e uma linha de comandos não conseguem processar ficheiros com espaços de início ou de fim de forma fiável.

Para obter informações adicionais, clique no número de artigo existente abaixo para visualizar o artigo na base de dados de conhecimento da Microsoft (KB, Microsoft Knowledge Base):
120716  (http://support.microsoft.com/kb/120716/PT/ ) How to Remove Files with Reserved Names in Windows NT
Normalmente, não é possível mudar o nome nem eliminar ficheiros ou pastas com espaços de início ou de fim. Se tentar mudar o nome ou eliminar estas pastas ou ficheiros, poderá receber uma das seguintes mensagens de erro:
Erro ao mudar o nome a ficheiro ou pasta

Não é possível mudar o nome do ficheiro: Não é possível ler o ficheiro ou disco de origem.
- ou -
Erro ao eliminar ficheiro ou pasta

Não é possível eliminar o ficheiro: Não é possível ler o ficheiro ou disco de origem.
Se tiver pastas ou ficheiros que não consegue eliminar ou mudar o nome, contacte o suporte técnico no seguinte Web site da Microsoft:
http://support.microsoft.com/directory/question.asp (http://support.microsoft.com/?scid=http%3a%2f%2fsupport.microsoft.com%2fdirectory%2fquestion.asp)

Expansão de MFT NTFS

Depois de criar e formatar um volume NTFS, são criados os metaficheiros NTFS. Um destes metaficheiros é denominado "Tabela de ficheiros principal" (MFT). Quando é criado, este ficheiro é muito pequeno (aproximadamente 16 KB), mas aumenta de tamanho à medida que são criados ficheiros e pastas no volume. Quando um ficheiro é criado, é introduzido na MFT como um segmento de registo do ficheiro, sempre com 1024 bytes (1 KB) de tamanho. À medida que os ficheiros são adicionados ao volume, a MFT aumenta em conformidade. No entanto, quando elimina ficheiros, os segmentos de registo dos ficheiros associados são marcados como disponíveis para serem reutilizados, mas o total de segmentos de registo de ficheiros e a atribuição de MFT associada permanece a mesma. Este comportamento explica o motivo pelo qual não é recuperado o espaço utilizado pela MFT depois de eliminar um número elevado de ficheiros.

Para determinar o tamanho exacto da MFT, use o utilitário de desfragmentação do disco incorporado para analisar o volume. Consulte o relatório do desfragmentador para obter informações detalhadas sobre o tamanho e número de fragmentos na MFT.

O texto que se segue é um exemplo do relatório do desfragmentador:
Fragmentação na tabela de ficheiros principal (MFT, Master File Table)
	Tamanho de MFT total =        26.203 KB
	Contagem de registos de MFT =      21.444
	Percentagem de MFT em uso =    81 %
	Total de fragmentos MFT =   4
					
Para obter um resultado mais detalhado da quantidade de espaço (geral) que está a ser utilizado pelo sistema de ficheiros NTFS, execute o comando chkdsk e consulte a seguinte linha do resultado:
Em utilização pelo sistema. (In use by system.)
Actualmente, apenas os utilitários de desfragmentação de outros fabricantes mantêm registos de segmentos de ficheiros MFT não utilizados e recuperam espaço atribuído da MFT não utilizado.

Fluxos de dados alternativos

O NTFS permite que ficheiros e pastas contenham fluxos de dados alternativos. Esta funcionalidade permite que múltiplas atribuições de dados sejam associadas a um único ficheiro ou pasta. Considere as seguintes limitações quando utilizar fluxos de dados alternativos em ficheiros e pastas:
  • O Explorador do Windows e o comando dir não comunicam os dados através de fluxos de dados alternativos como parte do tamanho do ficheiro ou das estatísticas de volume. Em vez disso, apresentam apenas o total de bytes para o fluxo de dados principal.
  • O resultado do comando chkdsk comunica com exactidão o espaço utilizado pelos ficheiros de dados do utilizador, incluindo fluxos de dados alternativos.
  • As quotas de disco rastreiam e comunicam com exactidão todas as atribuições de fluxos de dados que fazem parte de ficheiros de dados do utilizador.
  • O Ntbackup regista o número de bytes para os quais é criada uma cópia de segurança no relatório de registo de cópia de segurança. No entanto, não apresenta os ficheiros que contêm fluxos de dados alternativos, nem apresenta tamanhos exactos de ficheiros que incluam dados em fluxos alternativos.

Danos no sistema de ficheiros NTFS

Em casos raros, podem ocorrer danos nos metaficheiros de NTFS $MFT ou $BITMAP e perder espaço em disco. Para identificar e corrigir este problema, execute o comando chkdsk /F no volume em questão. No fim do processo de chkdsk, recebe a seguinte mensagem se o metaficheiro $BITMAP necessitar de ser ajustado:
A corrigir os erros do atributo BITMAP da tabela de ficheiros principal (MFT). O CHKDSK descobriu espaço livre marcado como atribuído no mapa de bits do volume. O Windows efectuou correcções no sistema de ficheiros.

Outras funcionalidades de NTFS que podem causar confusão na atribuição de ficheiros

O NTFS também suporta ligações rígidas e pontos de nova análise que permitem a criação de pontos de montagem de volumes e junções de pastas. Estas funcionalidades de NTFS adicionais podem causar confusão quando tenta determinar o espaço que está ocupado num volume físico.

Uma ligação rígida é uma entrada de pasta para um ficheiro independentemente da localização real dos dados do ficheiro no volume. Todos os ficheiros devem ter pelo menos uma ligação rígida. Em volumes NTFS, cada ficheiro pode ter múltiplas ligações rígidas; por conseguinte, um único ficheiro pode ser apresentado em muitas pastas (ou mesmo na mesma pasta com nomes diferentes). Uma vez que todas as ligações fazem referência ao mesmo ficheiro, os programas podem abrir qualquer ligação e modificar o ficheiro. Um ficheiro só é eliminado do sistema de ficheiros depois de todas as ligações para o mesmo terem sido eliminadas. Depois de criar uma ligação rígida, os programas podem utilizar a ligação como qualquer outro nome de ficheiro. Repare que o Explorador do Windows e uma linha de comandos apresentarão todos os ficheiros ligados como tendo todos o mesmo tamanho, mesmo que todos partilhem os mesmos dados e não utilizem realmente a mesma quantidade de espaço em disco.

Os pontos de montagem de volumes e junções de pastas permitem que uma pasta vazia num volume NTFS aponte para a raiz ou subpasta de outro volume. O Explorador do Windows e o comando dir /s seguem o ponto de nova análise, contam quaisquer ficheiros e pastas no volume de destino e, em seguida, incluem-nos nas estatísticas do volume anfitrião. Este comportamento pode parecer que está a ser utilizado mais espaço no volume anfitrião do que o que está realmente a ser utilizado. Para obter informações adicionais sobre pontos de junção, clique no número de artigo existente abaixo para visualizar o artigo na base de dados de conhecimento da Microsoft (KB, Microsoft Knowledge Base):
205524  (http://support.microsoft.com/kb/205524/PT/ ) How to Create and Manipulate NTFS Junction Points
Resumindo, utilize os seguintes métodos para determinar correctamente como está a ser utilizado o espaço em disco num volume:
  • Consulte o resultado do comando chkdsk.
  • Utilize a GUI de Ntbackup ou consulte os registos de cópia de segurança.
  • Consulte as quotas de disco.
Por outro lado, o Explorador do Windows e o comando dir têm algumas limitações e desvantagens quando são utilizados para determinar a quantidade de espaço em disco utilizada.

A informação contida neste artigo aplica-se a:
  • Microsoft Windows XP Home Edition
  • Microsoft Windows XP Professional Edition
Palavras-chave: 
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